Não resta dúvida, passados mais de três anos da posse presidencial, que o programa econômico pressupunha o desmonte do Estado e seus braços estratégicos. Por má-fé, por traição, por venalidade, por grana viva, por compromissos ou até por ideologia mesmo. O fato é que o desmonte da Petrobrás adquiriu, desde o primeiro dia do comando do tal Posto Ipiranga que se mostra agora em sua verdadeira grandeza de Lojinha de Conveniência, uma dimensão superlativa, maior até do a que a do genro do FHC e sua Petrobrax. Se a Petrobrax não passou, o acento em Petrobrás foi suprimido. Acentuação não existe em inglês, muito menos haveria em oxítonas terminadas em as, como em português. Pouco se me dá, eu continuo usando Petrobrás com acento e respeito. Há uma operação psicológica em curso, a Petrobrás tem história no imaginário popular, um orgulho remanescente. Talvez pela primeira vez, desde a subordinação ao V Exército de Mark Clark, o movimento popular contrariou os interesses externos, fo...
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